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Abrir um novo negócio

Se você é uma pessoa física querendo abrir seu primeiro negócio ou um empreendedor querendo ampliar seu negócio, você está no lugar certo.

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A ProLucro é uma consultoria especializada em pequenas empresas.

Se você é uma pessoa física querendo abrir seu primeiro negócio, ou quer ampliar um negócio já existente, você está no lugar certo.

Minha carta para você

Caro Empreendedor.
Plano de negócio é um amplo estudo que:

•Faz um diagnóstico da sua capacidade financeira e técnica em investir e gerir

•Faz um diagnóstico do mercado que você quer explorar

•Te ajuda na construção de metas realistas

•Projeta as ações e calcula os recursos necessários para alcançar essas metas

•E, finalmente, conclui se o seu sonho é viável ou não

Ou seja, jamais abra um negócio sem fazer antes um plano de negócio e com a ajuda de um especialista. Não faça do seu novo negócio sua cobaia.

Em outras palavras:

Plano de Negócio é o mesmo que um estudo de viabilidade, é o primeiro passo para os empreendedores que buscam pelo sucesso em suas empreitadas.

E com a ProLucro seu plano de negócio tem um grande diferencial.
A ProLucro programa um aplicativo em planilha eletrônica modelado sobre a sua necessidade. Isso permite uma simulação de diversos cenários para o seu negócio.
Caso seja alterado um único dado na planilha, novos cálculos são feitos automaticamente, refletindo no fluxo de caixa. E é no fluxo de caixa que provamos a viabilidade do seu sonho.

Grande abraço e votos de sucesso sempre.
Fale Comigo Agora

Flávio Barcellos

CEO

Tire suas dúvidas e descubra tudo o que é preciso para tirar sua ideia do papel:

Quem quer começar um novo negócio deve responder primeiro esta pergunta. E sua resposta é relativamente fácil. Mas antes de prosseguir no texto, tenha em mente que a Pesquisa de Mercado quase sempre custa mais que o Plano de Negócio.

Quem deve começar pelo Plano de Negócio?

  • Quem nunca teve um negócio similar. Isso inclui, naturalmente, quem nunca teve qualquer negócio.
  • Quem já teve ou tem um negócio similar, mas está pensando em mudar significativamente o formato e tem dúvidas sobre o investimento necessário.

Nestes casos, ter um plano de negócio viável em mãos é fundamental para orientar a pesquisa de mercado. Sem ela, a pesquisa teria que ser muito abrangente, o que eleva demais os custos. E perderia em objetividade, pois não pode focar situações específicas simuladas no plano de negócio já customizado para a realidade do empreendedor.

A modelagem de um plano de negócio parte de quanto o empreendedor pretende ter de renda, somando pró-labore e lucro. Como as margens de lucro potenciais são conhecidas pelos especialistas, isso permite calcular a ordem de grandeza do faturamento necessário, o que, por sua vez, permite calcular o porte do negócio e o valor do investimento a ser feito.

A primeira limitação já pode aparecer aí. Se o investimento necessário estiver acima da capacidade do empreendedor, ou ele diminui a expectativa de renda, ou desiste do negócio. Alguns ficam por aqui. O consolo é que investiram apenas o valor do plano de negócio.

Se o valor do investimento não se mostrar o problema, vem uma segunda e fundamental questão.

Com o plano em mãos, o empreendedor poderá enxergar sua empresa funcionado em detalhes: tamanho das instalações, quantidade e perfil de funcionários, fornecedores, clientes e parceiros, horário de funcionamento, a operação em si e, principalmente, suas obrigações no dia a dia. Verá, ainda, as dificuldades na fase de implantação do negócio.

Essa visão detalhada de uma realidade futura próxima pode decepcionar ou assustar alguns candidatos. É comum muitas pessoas desistirem nesse momento, mesmo que o plano se mostre viável e os recursos para o investimento estejam disponíveis.

Se nada disso parou o empreendedor, tendo em mãos um plano de negócio viável, vem uma pergunta fundamental:

O faturamento previsto no plano de negócio é factível de ser alcançado?

O sim muitas vezes é respondido no próprio plano, pois as informações de mercado disponíveis durante sua realização são suficientemente seguras para dizer isso.  O empreendedor pode partir para a implantação.

Mas se pairarem dúvidas, pode ser necessário a pesquisa de mercado. É necessário então modelar, orçar, contratar e realizar a pesquisa.

E se vier um não da pesquisa, o sonho morre aqui, também com o consolo de só ter investido no plano de negócio e na pesquisa de mercado.

Se vier o sim, o empreendedor terá em mãos um plano de negócio de fato viável, referendado pela pesquisa e mais rico em detalhes fornecidos por ela.


Quem deve começar um novo negócio pela Pesquisa de Mercado?

  • Quem já tem ou teve um negócio similar e conhece bem as margens de lucro que o mesmo dá e o valor necessário do investimento.

Esses empreendedores experientes procuram um nicho de mercado, pontos comerciais, espaço na Internet, enfim, uma demanda firme para o que querem vender.

Eles não serão surpreendidos pelo valor necessário do investimento ou pelo seu dia a dia, pois já possuem um conhecimento prévio de tudo. Eles só querem achar o cliente primeiro. Só então fazem o plano de negócio.

As pessoas nos procuram perguntado sobre uma ou outra coisa, mas todas querem o mesmo, saber se a ideia de negócio delas é viável.

Plano de negócio é um documento que lista uma ou mais metas de um negócio e descreve as ações e recursos necessários para alcançá-las, tudo isso fundamentado em um diagnóstico prévio das condições do empreendedor e do mercado no qual o mesmo pretende investir.

Estudo ou análise de viabilidade de um negócio é um trabalho que objetiva concluir se o mesmo é viável, em geral do ponto de vista econômico e financeiro.

Do ponto de vista prático, qual a diferença entre um plano de negócio e um estudo de viabilidade?

Para mim, nenhuma. E agora eu explico o porquê.

Todos os dois trabalhos se iniciam com as mesmas tarefas: fazer um diagnóstico do mercado (em muitos casos algum extremamente simples), fazer um diagnóstico do empreendedor e das suas metas, levantar custos de produção e demais custos variáveis, dimensionar custos fixos e investimento inicial, determinar preços de venda, estimar volumes de venda, montar um fluxo de caixa, calcular o capital de giro necessário, calcular o investimento total e, finalmente, a taxa de remuneração do capital investido ou algo equivalente. Esse último dado é o que define a viabilidade do negócio e também e relativo. Para um empreendedor uma taxa pode ser boa e para outro não.

Se todos esses dados são necessários nos dois casos, onde está a diferença?

Em pesquisa na Internet, ainda que rápida, só achei um colega que, como eu agora, se arrisca a comparar. E ele, em resumo, diz que o estudo de viabilidade é como que uma etapa preliminar do plano de negócio. O plano de negócio seria um detalhamento executivo de um estudo de viabilidade que apontou ser viável um negócio.

Acho válido se pensarmos que em alguns casos a não viabilidade se mostrar logo no começo de um estudo. Exemplo: a margem de contribuição de revender um produto em uma dada praça se mostre muito pequena por causa dos custos com frete. Para-se por aí, bem antes de se ter um estudo completo, ou um plano de negócio completo.

Ocorre que, no dia a dia, essa conta primária o cliente já chega com ela. Esse nível de análise de viabilidade ele já fez, é o que o traz em busca de um plano de negócio. A viabilidade efetiva exige estudar tudo o que mencionamos anteriormente. O estudo de viabilidade necessário é, na prática, um plano de negócio.

Posto tudo isso me arrisco a uma definição adicional à que fiz no início desse artigo:

Plano de Negócio é um trabalho técnico que, dada uma série de condicionantes previamente estabelecidas, simula a implantação e operação de uma ideia de negócio com o objetivo de prever a sua rentabilidade. A viabilidade do negócio existirá se a rentabilidade prevista e o grau de incerteza das variáveis utilizadas no mesmo se mostrarem dentro das expectativas do investidor.

Quase simples.

A não viabilidade pode se mostrar em qualquer ponto do desenvolvimento do trabalho, às vezes ainda bem no seu início. Mas não é o que acontece na prática. Ideias muito frágeis são descartadas em uma entrevista inicial.

Seja um estudo, ou análise, de viabilidade, seja um plano de negócio, o que toda ideia de negócio precisa é de ter um.

Jamais, jamais mesmo, abra um negócio sem ter em mãos um plano de negócio elaborado com auxílio de profissionais experientes e que, lógico, aponte pela viabilidade.

Quanto custa um plano de negócio? Como quase todos os bens e serviços oferecidos no mercado, um plano de negócio pode ter diversos formatos e níveis de detalhamento. E, por isso, ter diversos preços.

Em primeiro lugar, vamos separar o plano de negócio da pesquisa de mercado. Um plano de negócio deve considerar a realidade de mercado. Ao lançar em um plano produtos, preços e volume de venda esperado, é preciso que isso esteja dentro da realidade. Ocorre que muitas vezes estes dados estão disponíveis, seja pela simples observação, seja em uma pesquisa na Internet, seja por que você fez uma pesquisa de mercado anterior e agora só precisa do plano de negócio. O plano de negócio precisa de dados de mercado, mas esses dados já podem estar disponíveis. Nestes casos é necessário apenas o plano em si.

Outros fatores que influenciam o preço de um plano de negócio são:

A natureza do empreendimento.
Um pequeno comércio talvez seja o mais simples e barato de todos. Serviços e indústria são mais complexos, pois os cálculos de custo de produção são mais trabalhosos. E quando são empreendimentos combinados, como comércio com serviço, indústria com serviço, indústria com comércio ou tudo junto, o trabalho aumenta.

O porte do empreendimento.
Maiores investimentos exigem mais atenção e detalhamentos pelo próprio risco envolvido. Mas a principal questão é que possuem mais itens de investimento. Isso aumenta o trabalho de elaboração.

A complexidade do empreendimento
Alguns tipos de negócio possuem características mais complexas, portanto mais trabalhosas, de serem tratadas. Tributação variada, importação direta, variação cambial, múltiplos canais de venda e legislações específicas e complexas, dentre diversos outros, são itens que aumentam o trabalho de elaboração e o preço de um plano de negócio.

EXEMPLOS DE PREÇO DE PLANO DE NEGÓCIO

Seguem alguns exemplos que podem te ajudar a fazer um orçamento preliminar. Veja o que mais se encaixa no seu caso e tome como base.

Um pequeno comércio com investimento até R$ 300 mil
Sem processamento de produtos, basta remarcar o que comprou. Tributação no Simples. Investimento inicial baixo. Planejada para um bom ponto comercial. Exemplos: lojas de vestuário, presentes, preço único e similares. Preço da ordem de R$ 2.700.

Um pequeno serviço ou indústria com investimento até R$ 300 mil
É um pouco mais trabalhoso por causa da composição de custo dos bens ou serviços a serem ofertados. Essa é a parte mais importante do plano, calcular a margem de contribuição dos produtos. Exemplos: salões de beleza, lanchonetes e restaurantes (eles produzem), oficinas, pequenas fábricas, profissionais liberais e prestadores de serviço em geral. Preço da ordem de R$ 3.300.

Empreendimentos similares com investimento entre R$ 300 mil e R$ 1 milhão
Exigem mais dedicação por possuírem mais itens de investimento e exigirem mais detalhamento. Além disso, trazem prospecção secundária de mercado ou discussão e incorporação da pesquisa de mercado preliminarmente realizada pelo cliente ou entrega de escopo de pesquisa a ser feita no caso de dúvida em relação aos dados de mercado utilizados. O preço sobe para uma ordem de R$ 4.500.

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