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Da capacitação de empresários a educação de adultos

Qualquer adulto já tem uma visão consolidada do mundo. E é identificado pelas pessoas com que convive por idéias e atitudes baseadas nesta visão. Generalizando, quanto mais bem sucedida esta pessoa, quanto maior a sua auto-estima, menor é sua pré-disposição de mudar. Se ninguém gosta de reconhecer que podia estar sendo melhor em algo há mais tempo, que estava equivocado, o que dizer de uma pessoa com uma auto-imagem positiva.

Se essa é uma questão importante na vida de toda a população adulta, toma contornos mais complexos quando estamos falando de empresários. O empresário tem um histórico de realizações e, por conseqüência, uma auto-imagem positiva em incidência superior à média da população. É uma pessoa de muitas certezas, o que lhe permite tomar muitas e rápidas decisões. Auto-estima elevada, segurança, certezas, capacidade de decidir rápido, todas são características desejáveis e presentes na maioria dos empresários.

Só que, como quase tudo, existe o outro lado da moeda. Essas mesmas características podem dificultar o processo de desenvolvimento do empresário. O empresário tende a se sentir bem informado, bem qualificado. Se sente pronto. Suas deficiências auto-reconhecidas são auto-classificadas como secundárias ou irrelevantes. Isso o torna uma pessoa resistente a mudanças, a aprender coisas novas. Além disso, conclui, o tempo que ele gastaria não valeira pena. Deixar de se dedicar ao negócio (receita) para de dedicar ao aprendizado (despesa) dificilmente seria uma boa decisão administrativa.

É por isso que o processo de desenvolvimento de um empresário envolve as clássicas técnicas de educação de adultos.
Em primeiro lugar é preciso colocar como objeto de aprendizado apenas aquilo que terá aplicação prática e imediata para o empresário. Adultos resistem àquilo que não lhe é necessário. Mais do que isso, eles precisam de motivação. A imposição está fadada ao fracasso. No caso de empresários, ela é impossível. Assim, o primeiro passo é negociar o que deve ser aprendido, que passa pela auto-avaliação do empresário do que lhe realmente será útil. Nesta hora, é recomendável estimulá-lo a traçar um plano de metas de sua capacitação. Empresários gostam de estabelecer e cumprir metas.

Só que não basta escolher temas úteis e práticos. Tem que ser real. Os casos usados durante o aprendizado devem ser reais, atuais. Se o tema é custos, deve se fazer os da própria empresa. Mais do que isso, o empresário deve sentar no computador e fazer assessorado pelo consultor, e não o contrário. Aquilo que se faz se apreende muito mais do que aquilo que se vê fazendo.

Se as condições anteriores forem conseguidas, aí outras informações acessórias podem e devem ser agregadas ao processo. Mostrar experiências de terceiros, disponibilizar literatura complementar ou ir a campo ver as coisas acontecendo criam oportunidades para que o empresário fixe mais o aprendido e vá além.

Outro aspecto importante é o do consultor. Seu papel é o de facilitar o auto-aprendizado do empresário. A rigor, ninguém ensina nada a ninguém. As pessoas é que se interessam pelo exposto e assimilam aquilo ou não, em especial os adultos. O consultor deve, assim, ter uma postura de participar de um processo de construção conjunto, mas na figura auxiliar.

Para ilustrarmos o texto, vejamos uma situação muito comum em pequenas empresas: o empresário que tem aversão ao computador. Superadas as fases de motivação e negociação de metas, é hora de por a mão na massa. Aulas em grupos? Cursos? Nem pensar. A eficácia só é garantida com aulas práticas e individuais, dentro da empresa. Por serem eficazes, são as de melhor relação custo-benefício.

O primeiro passo é colocar um computador na mesa do empresário, para sempre. Faça-o comprar um se for preciso. Em seguida, prepare uma ou mais planilhas a serem implantadas na empresa que irão racionalizar alguma operação. Se não for o caso, pegue o próprio software da empresa e prepare algumas utilizações inovadoras, como relatórios não utilizados até então. Sente o cliente à frente da máquina e pacientemente o acompanhe fazer cada uma das operações preparadas. Dê dicas, macetes. Ensine-o a salvar e guardar de forma organizada todos os seus arquivos. Perceba que a cada resultado e análise que ele for construindo, conquistando, você verá uma criança sorrindo.

Vá além. Prepare algumas navegações na Internet, mesmo que não sejam ligadas diretamente ao serviço, mas que sejam empolgantes. Aproveite e covardemente vicie-o. Mostre como ele não pode viver sem utilizar as informações de seu sistema e da rede. Como ele precisa ser capaz de sozinho, manipular todos aqueles dados. Que para planejar bem é preciso estar bem informado. Covardemente, vicie-o. Não gasta mais que três ou quatro seções de duas horas cada. Deixe um tutorial simples para ele. Pronto. Você tem um empresário curado da aversão. A empresa dele agradece.

Flávio Barcellos Guimarães
Consultor ProLucro

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