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Resenha da pesquisa “Inovação, novos conceitos ampliados” feito pelo autor Eduardo Martins Morgado pela Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho – UNESP Bauru

 

Existem muitas definições para o conceito de Inovação, que vêm sendo ampliadas ao longo do tempo e das necessidades.

Uma definição bem completa de Inovação é adotada pelo Instituto Uniemp (2010) que define uma inovação tecnológica como “uma introdução no mercado de um produto ou de um processo produtivo tecnologicamente novo ou substancialmente aprimorado”.

 

Inovação passa a ser vista como algo que ultrapassa o conceito inicial, quando as Inovações tinham origem nos tradicionais setores de P&D, passando a atentar para as origens externas, onde podemos ter a combinação de tecnologias existentes, a aplicação de tecnologias existentes a novas necessidades, mas também nos novos usos ou utilização de conhecimentos adquiridos pela empresa.

 

A inovação é a exploração com sucesso de novas ideias” e que esse sucesso, para as empresas, implica em aumento de faturamento, acesso a novos mercados ou aumento das margens de lucro. Começa então, a ficar clara a diferenciação entre as possibilidades de inovar, com base em “inovações de produto ou de processo” e as possibilidades de inovar com base do uso criativo de tecnologias existentes, mas aplicadas a novas situações de contorno, ou seja, do Mercado.

 

Leia mais:   Como ganhar relevância no mercado?

Quão melhor é a Inovação em relação às alternativas em uso? Essas vantagens precisam ser grandes no início, para estimular sua adoção pelos usuários inovadores e adotantes precoces. Com o tempo, e a adoção por um número crescente de clientes, pode ser possível uma redução dos custos, que se refletida nos preços, pode ampliar a visão das vantagens percebidas pelos clientes que ainda não adotaram a inovação, aqui chamados de clientes relutantes. É possível estimar esse tempo e avaliar a reação dos concorrentes.

 

Apostar no lançamento de uma Inovação de alto risco e custo é de alto risco. Exige que a capacidade financeira da empresa inovadora seja muito grande, de forma a permitir os movimentos estratégicos de correção que inevitavelmente serão necessários. Para empresas menores, estratégias de alto risco podem ser fatais. A elas, recomenda-se a alternativa da criação de um “portfólio” de Inovações, onde exista uma de altíssimo risco e outras de baixo ou médio risco. Essa estratégia de “portfólios” também é recomendada para grandes empresas.

 

A evolução do conceito de Inovação vem acontecendo continuamente ao longo dos últimos anos e precisa ser acompanhada pelas empresas porque define um novo e amplo cenário de atuação, que permite o envolvimento de toda a organização e a montagem de portfólios de projetos de Inovação que minimizam os riscos de projetos inovadores, que podem ser idealizados e desenvolvidos, tanto interna, como externamente.

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ProLucro

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