Estamos vivendo uma era em que o tempo e informação são considerados os bens mais preciosos no mercado. Vou deixar a questão da informação para outra oportunidade. Serão considerações sobre a já famosa “Era da Informação”. Conhecida, mas pouco entendida pelos nossos empresários. E vou me concentrar hoje no tempo, no meu e no seu. E no dos outros.

Comece respondendo objetivamente as perguntas abaixo, marcando:

  • 1 = muito comum
  • 2 = comum
  • 3 = meio-a-meio
  • 4 = incomum
  • 5 = raramente

  • Com que frequência você MEXE na sua agenda, cancelando e reagendando reuniões e atividades?
  • Com que frequência você constata no meio de uma reunião que DEVERIA ter feito uma outra reunião antes?
  • Ou que FALTARAM dados importantes (planejamento prévio) para o bom andamento da reunião?
  • Com que frequência você NÃO anota as deliberações de suas reuniões e as divulga entre os participantes?
  • Com que frequência você SE ESQUECE de utilizar essas anotações ou simplesmente de cobrar o cumprimento das decisões?
  • As decisões de suas reuniões DEIXAM DE SER executadas conforme o planejado?
  • Você fica INSATISFEITO com os resultados práticos das decisões executadas por não darem os resultados esperados?

Some e veja a sua média. Pra mim, menor que 4 não tá legal. Mas você ficou satisfeito com sua nota? Se não, vá procurar uma consultoria em gestão do tempo e como fazer reuniões produtivas. Está jogando muito dinheiro fora.

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Mas existe uma pergunta em particular que já te define como gerente: a primeira. Se você foi mal nela, com raríssimas exceções você ainda assim é um bom gerente. Sua agenda volúvel, além de significar e gerar instabilidade, arrebenta com sua produtividade e de toda a sua equipe. E essa volubilidade não permite mandar bem nas demais questões, pois acaba tudo sendo feito “nas coxas”, como as antigas artesãs de telhas.

Ser gerente é muito diferente de ser técnico ou empreendedor. O primeiro gosta de fazer as coisas, por a mão na massa, melhor ainda se sozinho. Ele que cria e faz o sanduíche. O segundo tem ideias e puxa as pessoas pra começar. É ele que cria a lanchonete e a proposta de vender sanduíches. O gerente é o maestro da lanchonete, quem faz todo mundo trabalhar na mesma direção, todos os dias, fazendo tudo como planejado. É o rei da repetição. O sanduíche tem que ser o mesmo todos os dias. O presunto tem que guardado sempre no mesmo lugar. Ele tem pavor do empreendedor, que está sempre querendo mudar as coisas que ele custou a azeitar. Muitas vezes, o empreendedor com sua criação obsessiva, destrói o que criou antes. Quebra empresas. O fato é todos nós temos um pouco de cada um desses perfis. Quando um se sobressai, define sua vocação.

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Acho que vou falar destes perfis semana que vem.

Abraços,

Flávio Barcellos Guimarães

Consultor Empresarial

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