Qualificação-Profissional-300x194A importância da qualificação profissional é um fenômeno mundial e que ganha cada vez mais significado para aqueles que querem ter sucesso profissional.

Outros acontecimentos históricos são a globalização econômica, a reestruturação e modernização da administração e outros eventos.

O pós-modernismo capitalista alinhado à modernização tecnológica fez com que a questão da qualificação profissional fosse valorizada de forma mais intensa e urgente.

qualificação profissional é, portanto, um discurso exaustivo para a sociologia do trabalho, pois se refere aos avanços tecnológicos, à gestão moderna e a dificuldade de uma mão de obra que acompanhe esse cenário com os requisitos de qualificação exigida.

A consequência disso é o desemprego e o trabalho informal. Em contrapartida, existe a dificuldade de as empresas conseguirem uma mão de obra que tenha qualificação técnica e formação acadêmica suficiente para que as empresas alcancem resultados.

Para o profissional adquirir uma colocação no mercado de trabalho é essencial, portanto, que o profissional tenha qualificações adequadas às demandas exigidas por esse mercado.

As empresas também encontram dificuldades para contratar pessoal qualificado e que caiba no perfil procurado e que a empresa necessita para suas atividades rotineiras e para manter a competitividade. Além de qualificações importantes também para iniciar projetos importantes como os voltados para a qualidade e reestruturação.

A solução encontrada pelas empresas para vencer a falta de qualificação profissional é treinar os funcionários que já possuem formação acadêmica ou perfil comportamental adequado e assim, oferecer desenvolvimento especifico para o profissional desenvolver as atividades necessárias. Essa prática é cada vez mais recorrente e tende a crescer.

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Neste cenário, atividades autônomas ganham força, pois a inserção de profissionais no mercado formal de trabalho não acompanha a reestruturação e a reengenharia de processos tão presentes no atual mercado de trabalho.

O trabalho por conta própria é, portanto, reverenciado como solução para uma sociedade pós-industrial e que busca independência profissional para vários níveis de escolaridade.

Porém, o caminho inverso da empregabilidade não se relaciona apenas à falta de qualificação, pois existem talentos qualificados no mercado de trabalho autônomo. A dimensão do emprego autônomo e informal está relacionada também à falta de condições de trabalho na economia formal e fatores como preconceito de gêneros, idade e divisão do trabalho de acordo com o sexo, dentre outros motivos.

Com isso, é necessário, esclarecer que nem todas as empresas possuem estrutura suficiente para abarcar profissionais qualificados e com talentos em potencial.

Qualificações necessárias

Diante das transformações ocorridas no mundo do trabalho existe a necessidade de uma mão de obra qualificada e que possui habilidades e competências subjetivas. Dessa forma, tem-se que a transferência de necessidade de mão de obra qualificada é uma realidade da globalização, mas a formação profissional não é transferível.

Ou seja, as multinacionais abrem unidades no Brasil, mas a falta de qualificação ainda continua sendo uma realidade regional.

Qualificação profissional no Brasil

qualificação profissional no Brasil possui um histórico de super especialização, ou seja, o país forma trabalhadores para “ofícios”. Essa dinâmica faz com que os profissionais não expandam conhecimentos ou experiências.

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Em decorrência disso, tem-se que haverá engenheiros civis que não têm experiência ou formação acadêmica para o ensino ou para trabalhar com tecnologias.

Não bastasse a falta de diversificação nas qualificações profissionais, o Brasil tem também uma dificuldade na formação tecnológica, já que o ensino brasileiro é dotado de uma deficiência estrutural, pois a educação básica e mesmo o ensino médio não preparam o jovem para um aprendizado tecnológico.

A dificuldade de aprendizado no Brasil tem característica enraizada, a maioria dos cidadãos com idade universitária tem dificuldades de interpretação de textos e realização de cálculos complexos.

Além disso, não há muito estímulo na formação tecnológica, mas na carreira acadêmica que exige mais tempo de estudo e possui maior concorrência. Assim, percebe-se uma lacuna e ao mesmo, oportunidade de qualificação profissional por meio da formação tecnológica.

Qualificação e Competências

Os profissionais e empresas que estão em busca somente de qualificação acadêmica estão um tanto atrasados, pois para ser competitivo no mercado atual, é necessário que a empresa se preocupe também com competências comportamentais. A gestão de competências se tornou um capital a mais na formação profissional, pois as competências técnicas e comportamentais são essenciais no mercado de trabalho e devem fazer parte das características do mesmo profissional.

Sabendo que não estamos em um ambiente de trabalho mecanicista é exigido um profissional que possua o chamado CHA – conhecimentos, habilidades e atitudes.

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As competências pessoais revelam como o profissional se comporta e trabalha no constante ambiente tenso, dinâmico e de incertezas que formam o contexto organizacional. Por isso, as competências comportamentais estão sendo cada vez mais valorizadas pelas empresas.

As competências mais requisitadas no mercado de trabalho são:

Objetividade – trabalhar com base em dados e fatos, formando uma visão analítica e ao mesmo tempo sistêmica.

Inteligência emocional – estar atento ao que acontece ao seu redor, avaliando evidências e decisões.

Determinação – é a competência que consiste em agir de forma direta e acertada, porém, esse profissional pode ter também uma dificuldade em ouvir e trabalhar em equipe, sendo necessário determinação com capacidade de relacionamento.

Capacidade de relacionamento – a capacidade de relacionamento é fundamental para que o profissional saiba trabalhar em equipe e se comunique de forma eficiente dando e recebendo feedback que é tão essencial no ambiente de trabalho.

ProLucro

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