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Precisa melhorar seu negócio? Em resumo, nós ajudamos você e sua empresa a alcançar Maior Faturamento, Maior Lucro e Melhor Qualidade de Vida, tudo com Mais Segurança. Para isso é preciso fazer um bom planejamento empresarial.

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A ProLucro é uma consultoria especializada em pequenas empresas.

Se você é uma pessoa física querendo abrir seu primeiro negócio, ou quer ampliar um negócio já existente, você está no lugar certo.

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Minha carta para você

Flávio Barcellos

CEO

Quero melhorar meu negócio atual!

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Tire suas dúvidas e descubra tudo o que é preciso para tirar sua ideia do papel:

O planejamento estratégico é um estágio essencial em qualquer processo do desenvolvimento humano. Na verdade, muita gente que jamais ouviu a expressão “planejamento estratégico” utiliza os seus conceitos em suas atividades cotidianas. Tomemos como exemplo a agricultura. Como é do conhecimento de todos, na sociedade pré-agrícola o homem era um nômade, e gastava quase todo o seu tempo em atividades extrativistas destinadas a obter o alimento de cada dia. Somente quando uma parcela da população foi deslocada para trabalhar exclusivamente na agricultura, garantindo assim um abastecimento regular, é que foi possível aos demais membros da sociedade fixar-se em cidades e dedicar-se integralmente às atividades comerciais e científicas essenciais à produção de riqueza e ao progresso tecnológico.

E a agricultura é uma atividade onde a ausência de um planejamento estratégico é o caminho certo para a ruína. Apesar de muitas vezes não possuir um planejamento no papel – até um passado relativamente recente uma grande maioria dos camponeses era mesmo analfabeta – no interior do seu cérebro o agricultor sabe muito bem as épocas do ano apropriadas à semeadura de cada tipo específico de cultura, às suas respectivas colheitas, e os cuidados e manejos indispensáveis a evitar pragas e quebras de safra. Assim como o empreendedor moderno, o agricultor de todas as épocas possui um sofisticado plano estratégico, composto de ações específicas voltadas ao atingimento de suas metas, quais sejam, chegar ao fim de cada ciclo agrícola de posse de uma colheita em volume suficiente para prover à subsistência da sua família e, se tudo correr bem, com a geração de uma produção excedente que ele possa trazer ao mercado.

Seja qual for a sua atividade, agricultura, indústria, comércio, serviços ou o que for, pode até ser que a sua organização comece as suas atividades na ausência de um planejamento estratégico empresarial. Mas no momento em que você sente a necessidade de expandir as suas atividades, ampliar a sua base de clientes, contratar mais gente para integrar a sua equipe, enfim, no momento em que você decide CRESCER… um plano passa a ser indispensável.

Mas, como fazer um planejamento estratégico? Apesar de em última instância envolver conceitos e valores eminentemente materiais, o plano estratégico empresarial nasce de uma necessidade fundamentalmente abstrata e filosófica: Qual é a missão da sua empresa? Onde você pretende chegar com ela? Quais são os limites da sua ambição? Quantos anos serão necessários para esse sonho tornar-se realidade?

Depois de meditar longamente a respeito dessas questões fundamentais, o seu plano estratégico empresarial nada mais será do que o mapa da mina, um planejamento inteligente e metódico destinado a estabelecer metas e cronogramas para que os vários estágios da sua jornada rumo ao seu sonho de realização pessoal sejam cumpridos de forma ordenada e racional.

Mas nenhum plano desse tipo pode ser estático e monolítico. Ao contrário, para ser de fato eficiente, e pela sua própria natureza, um plano estratégico deve ser sobretudo elástico e dinâmico. Ao longo do seu percurso, você voltará a debruçar-se frequentemente sobre o seu plano original, para reavaliá-lo, corrigi-lo, adaptá-lo a novas realidades. E em alguns casos especiais, o empreendedor de personalidade pode mesmo arquivar o seu plano, em caráter temporário ou definitivo, se concluir que os seus prazos de execução na atual conjuntura sejam mais longos do que ele esteja disposto a esperar.

A ideia de montar um novo negócio é sempre muito tentadora e provoca uma verdadeira revolução em nosso cérebro. Vislumbramos um futuro melhor com sucesso profissional e mais qualidade de vida! Afinal, a ideia é inovadora, o produto ou serviço é ótimo e, certamente, vamos conseguir conquistar ‘clientes a rodo’. Infelizmente não é bem assim. A ideia representa apenas pequena parte da possibilidade de se obter sucesso em um empreendimento.

Colocar a ideia em prática é bem mais difícil. Com um capital inicial, normalmente conquistado através de árdua poupança ao longo de anos, e muita dedicação, conseguimos inaugurar nosso novo negócio, com direito a uma boa festa, muitos convidados, uma infinidade de elogios, e às vezes contando até com cobertura da imprensa, mídia espontânea e por aí vai. Pronto! Fiquei rico!

Ainda não! Você apenas completou mais uma parte da possibilidade de se obter sucesso sólido. A maior parte começa agora, manter o negócio funcionando e gerando lucro. Esse é o grande desafio. Sem lucro o negócio fecha.

Um bom Plano de Negócio aumenta significativamente a sua chance de sucesso e, sobretudo, evita que desperdice o seu dinheiro. A visão detalhada sobre todos os aspectos que envolvem a sua ideia de um novo negócio é essencial para a tomada de decisão de empreender ou não empreender, e também muito importante para a etapa mais difícil, que é manter o seu negócio lucrativo.

Fazer a gestão de uma empresa requer uma série de conhecimentos específicos, desde os mais básicos e óbvios que se referem à capacidade de produzir produtos ou serviços com excelência, bom preço e bom atendimento, até os menos óbvios que se referem a manter organizadas todas as informações essenciais para que possamos tomar as melhores decisões no dia a dia. E quantas decisões!

Fazer a gestão de uma empresa significa medir. Sem bons indicadores de desempenho, sobre as finanças, sobre a produção, sobre o mercado, sobre a concorrência, e tantos outros nos perdemos facilmente e o resultado são decisões mal embasadas e que podem ser desastrosas.

A maioria dos empresários se julga autossuficiente para gerir o seu negócio, fato que aumenta radicalmente a estatística de insucessos. Grandes empresas contratam profissionais experientes a preço de ouro para gerir as finanças, o marketing, a produção e demais áreas que a compõe e, ainda assim, sistematicamente também contratam consultores em função das vantagens que eles oferecem, tais como:

  • Conhecimento especializado e atualizado
  • Experiência
  • Visão de fora / Imparcialidade
  • Foco / Rapidez

As pequenas empresas não têm a possibilidade de ter em seu quadro de funcionários profissionais especialistas e experientes simplesmente porque não conseguem absorver o seu alto custo e, infelizmente não enxergam o gasto com consultoria como um investimento. Normalmente recorrem a especialistas quando a situação da empresa está ruim, e muitas vezes, tarde demais. A consultoria é a ação de um especialista de dar um parecer sobre matéria de sua especialidade, indicando com base em dados e fatos o melhor caminho a ser seguido.

Resenha da Monografia apresentada como requisito para a obtenção do Grau de Bacharel em Ciências Contábeis da Faculdade Lourenço Filho, pela autora, Zélia Medeiros Rodrigues, no ano de 2010.

Com as constantes mudanças e aumentos na competitividade entre as micro e pequenas empresas, faz-se necessário cada vez mais uma política especializada de gestão.

As micros e pequenas empresas, sendo boa parte empresas familiares, ocupam um espaço importante na economia brasileira, existindo, assim, de várias formas, ramo de atividade, padrões e competitividade. No entanto muitos empresários não estão preparados para essa competitividade.

A falta de ferramentas gerenciais e atitudes empreendedoras chegam a afetar o desenvolvimento dessas empresas. O planejamento feito de forma eficiente nessa era de mudanças é um dos grandes desafios do empreendedor dos tempos atuais.

Dentro desse quadro, fica claro que os candidatos a empreendedores devem estar preparados e prontos para fazerem o uso das mais diversas ferramentas que possam ajudá-los a alcançar o sucesso em suas empresas e a prolongarem o tempo de vida de seus empreendimentos.

O mercado exige uma demanda cada vez maior de profissionais especializados que possuem uma ampla visão. O Setor da Controladoria ajuda o profissional a ter essa visão ampla, atuando nas áreas econômica e financeira, e por sua vez, facilitar a tomada de decisão por parte dos executivos da empresa.

Quando a controladoria é implantada em empresas familiares, rotinas são mudadas. Para tanto, o comportamento dos envolvidos incorpora novos hábitos e passam a ser aceitos como regra, melhorando o funcionamento das empresas.

Algumas empresas trabalham com uma estrutura enxuta com falta de capital para investimento, contas pessoais misturadas com as da empresa, informalidade, entre outras complicações. Desta forma, o proprietário tem que “matar um leão por dia” para sobreviver.

Caracterizada assim, a gestão de algumas empresas encontra-se com complicação para conseguir tempo e planejar-se, saber onde se encontra economicamente dentro do mercado, onde quer chegar e qual caminho a seguir.

Dessa forma, o desempenho de uma empresa de pequeno porte é influenciado por diversos fatores. Isso, por sua vez, impossibilita a relação direta com o planejamento.

O ideal seria que os empresários de micro e pequenas empresas dediquem-se mais o tempo do seu trabalho voltado para a parte estratégica, até porque um Planejamento Estratégico para ser eficiente deve ter continuidade, se adaptando sempre às mudanças que vão surgindo na empresa, no mercado ou na economia.

É possível concluir que são poucas as empresas que planejam um caminho a percorrer, no papel, fazendo anotações e cálculos, tentando prever o futuro.

Dessa forma para um controle total, as microempresas precisam seguir todos os passos do processo de gestão, conduzindo corretamente para atingir os resultados desejados.

Sendo assim, pode-se dizer que as empresas que morrem antes dos cinco anos, tiveram algum problema de gestão, dentre outros.

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