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Saber quanto vale um negócio

Saber o valor de uma empresa é uma necessidade para quem precisa comprar, vender ou dividir uma empresa. E também para quem precisa dessa informação estratégica.

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O real valor de uma empresa pode ser muito diferente do você pode estar pensando agora.

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A ProLucro é uma consultoria especializada em pequenas empresas.

Se você é uma pessoa física querendo abrir seu primeiro negócio, ou quer ampliar um negócio já existente, você está no lugar certo.

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Minha carta para você

Caro Empreendedor.
Uma avaliação de empresa, de qualquer porte, exige rigor técnico.

Quatro itens se destacam na composição do preço:

1. Faturamento O faturamento da empresa determina o porte do negócio. Precisamos levantar o mesmo mensalmente nos últimos 12 meses (capturar sazonalidades) e anualmente nos últimos 3 anos. Mesmo em empresas com os dados de receitas e despesas pouco organizados nós conseguimos reconstruir os últimos 12 meses a partir de diversas fontes, como as anotações existentes, extrato bancários, contábil, notas fiscais, etc.

2. Lucratividade / Resultado Operacional Esse é outro dado fundamental no cálculo do valor. Nós conseguimos calcular perfeitamente seu resultado a partir dos dados coletados. Quanto maior o percentual de lucro sobre o faturamento, maior o valor. Mesmo as empresas que dão prejuízo possuem valor. No caso de empresas com forte potencial de crescimento, como startups e similares, o fato de dar prejuízo é pouco relevante.

3. Patrimônio Líquido Trata-se da diferença entre ativos (equipamentos, estoque, contas a receber, imóveis, direitos, etc.) e de passivos (dívidas, financiamentos, contas a pagar, passivo trabalhista, etc.). Em alguns casos é negativo, o que pode não significar muita coisa. Nós ajudamos na avaliação dos itens.

4. Tendência de Mercado É o item mais complexo de responder: a empresa tem tendência predominante de queda, estabilidade ou aumento de faturamento e lucratividade? isso pode ser melhorado em curto prazo? Isso é feito cruzando-se os dados levantados internamente e já mencionados e dados externos, de concorrentes e mercado em geral.

Parte do levantamento de dados é feito por vocês sob nossa estreita orientação, parte por nós e parte pelo seu contador. Uma vez de posse desses dados, nós os utilizamos em até 4 métodos distintos de avaliação:

•Lucratividade simples

•Lucratividade composta

•Fluxo de caixa descontado

•Múltiplos do Ebitda

E ainda trabalhamos a realidade atual e a realidade provável.

A segunda é para os casos em que algumas mudanças simples de serem feitas e alguns poucos e baixos investimentos podem alavancar seu preço de venda.

Grande abraço e votos de sucesso sempre.

Flávio Barcellos

CEO

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Tire suas dúvidas e descubra tudo o que é preciso para tirar sua ideia do papel:

Parte I: o que é e como é feita a Avaliação de Empresa

Este artigo sobre Avaliação de Empresa está dividido em duas partes. O primeiro é: o que é e como é feita. Já o segundo tem uma abordagem curiosa: quem contrata e quem não contrata.


O QUE É

A avaliação de empresa é a atividade de calcular quanto vale uma empresa. Isso é feito usualmente por profissionais preparados que utilizam uma ou mais técnicas, próprias ou conhecidas pelo mercado.

Uma avaliação de empresa leva em consideração diversos itens, mas podemos resumir os mesmos em:

  •      Faturamento

Ele determina o porte do negócio. Não compõe sozinho o preço, mas é fundamental na definição da escala do empreendimento. Compradores buscam negócios compatíveis com suas metas de faturamento. Existem compradores para empresas de todos os portes.

  •      Lucratividade / Resultado Operacional

Tamanho do faturamento não é tudo. A lucratividade, ou Resultado Operacional, pode ser até mais relevante na formação do preço da empresa. Uma empresa com lucros consistentes pode valer mais que uma com faturamento muito maior. Mas mesmo empresas que dão prejuízo possuem valor, claro. No caso de empresas com forte potencial de crescimento, o fato de ainda dar prejuízo é pouco relevante.

  •       Patrimônio Líquido

É um cálculo do valor de itens basicamente tangíveis. Trata-se da diferença entre o valor de ativos (equipamentos, estoque, contas a receber, imóveis, direitos, etc.) e de passivos (dívidas, financiamentos, contas a pagar, passivo trabalhista, etc.). Em alguns casos é negativo, o que pode não significar muita coisa.

  •      Projeção do Futuro

É o item mais complexo de responder, pois busca identificar e valorar a tendência da empresa no mercado, se é de alta, estabilidade ou baixa. Na prática, tenta medir o potencial de crescimento do faturamento ou lucratividade a partir de mudanças na gestão, realização de investimentos e expectativas de mudanças no mercado. Está aqui o fator de grande subjetividade em várias avaliações.

COMO É FEITA

Para uma execução profissional do serviço é assim necessário levantar todos os dados acima, o que é mais ou menos trabalhoso, variando menos com o porte e mais com o nível de organização da empresa. Em geral, esse trabalho de levantamento de dados é feito pela própria empresa e seu contador sob a coordenação do avaliador. O prazo de levantamento pode variar muito, mas três semanas é uma média prática.

De posse de todos os dados, são aplicados um ou mais métodos de avaliação. A ProLucro, por exemplo, utiliza três métodos distintos: lucratividade simples, lucratividade composta e fluxo de caixa descontado. E ainda trabalha com a realidade atual e a realidade provável, forma de atenuar a subjetividade da Projeção de Futuro. Isso é feito em especial nos casos em que algumas mudanças simples de serem feitas e alguns poucos e baixos investimentos podem alavancar seu preço de venda.

Em resumo, a lucratividade simples baseia-se na remuneração do capital investido e risco da atividade, como uma aplicação financeira. A lucratividade composta considera a lucratividade e o patrimônio líquido, método mais próximo da velha prática de múltiplos do faturamento. E o fluxo de caixa descontado projeta o lucro da empresa nos próximos anos e os traz para o dia de hoje descontando uma taxa de juros atrativa para o comprador. Na prática, poucas vezes é útil no caso de pequenas empresas, já que exige projetar o lucro da mesma por pelo menos cinco anos, algo muito impreciso. Mas é o método mais utilizado nas médias e grandes empresas, ainda que também muito impreciso também para elas, em especial no Brasil. Já os dois primeiros métodos são uma radiografia do momento, com influência do passado e futuro próximos apenas.

Algumas empresas oferecem mais métodos ainda, mas nossa prática mostra que isso não confere mais assertividade ao trabalho, e quase sempre o encarece.

O resultado final é um laudo que diz o preço médio da empresa dentre as metodologias utilizadas e também uma sugestão de preço mínimo.

O VALOR DE FECHAMENTO NA PRÁTICA

Mas o valor obtido em uma venda / compra é influenciado ainda por dois fatores muito relevantes e que só aparecem na hora das negociações.

  •      O interesse de quem quer vender
  •      O interesse de quem quer comprar

É comum negócios serem fechados por valores diferentes do avaliado. Isso decorre principalmente em função desses interesses.

Se o preço não valer a pena para o vendedor, ele pede um valor maior, que justifique a venda. Se o interessado achar que ainda vale a pena, o negócio sai. O comprador mais disposto a pagar um valor adicional é uma empresa do mesmo setor querendo entrar no mercado onde está o vendedor. É chamado crescimento via aquisições.

A recíproca, no entanto, também é verdadeira. Se o comprador achar que o preço não vale a pena, pode oferecer um valor menor. Nestes casos o negócio só é fechado se o vendedor achar que mesmo assim vale a pena. E são fatores para isso, exemplos, a vontade muito forte dele mudar de vida ou a existência de uma oportunidade de negócio a ser feita com o dinheiro da venda que recupere na mesma o preço à menor na venda.

Há um velho ditado que diz: a pressa é inimiga da perfeição. Uma das situações em que a autenticidade desse dito popular se revela de forma mais cruel é na hora de se vender alguma coisa, principalmente na hora de se vender uma empresa. Quem tem pressa vende barato e, portanto, acaba ficando no prejuízo.Digamos que a sua empresa não esteja passando pela sua melhor fase e, depois de analisar friamente a situação, você conclua que a melhor opção seja mesmo vendê-la. Você faz um estudo preliminar, e descobre que o negócio no qual você investiu tantos recursos e tanto do seu tempo está, na realidade, valendo muito pouco dinheiro. Se você demorou a tomar essa decisão, esperou até o último momento, não haverá outra alternativa senão conformar-se com as suas perdas.

Seriam essas perdas inevitáveis, será que você não deixou passar a oportunidade de obter uma avaliação mais positiva para o seu negócio na hora de vendê-lo, possibilitando-lhe uma saída mais graciosa da indústria que você decidiu abandonar, seja em caráter temporário ou definitivo?

O fator chave no problema descrito acima é o tempo. Quando surge a necessidade definitiva de se vender uma empresa problemática, o tempo decididamente não está ao seu favor, e quanto mais cedo essa decisão for tomada, melhor. Ao antecipar ao máximo essa decisão, você ganhará um precioso tempo para por a casa em ordem, e obter uma avaliação muito mais positiva do seu negócio na hora de vendê-lo.

Mas você irá dizer, a empresa está muito ruim, o que você quer dizer com “por a casa em ordem”? A não ser que você esteja despejando a sua empresa em alguma espécie de ferro-velho, há uma infinidade de coisas que poderão ser feitas no sentido de se arrumar a casa. Em muitos aspectos, uma empresa é muito semelhante a um imóvel ou a um veículo, você desejará fazer uma pequena reforma no primeiro, ou uma revisão no segundo, antes de vendê-los, a não ser que pretenda conformar-se com os preços reservados pelo mercado a uma casa em ruínas ou a uma lata velha com os pneus carecas.

Procure devolver à sua empresa um ar de normalidade antes de tentar negociá-la. Todo esforço é válido na hora de torná-la mais atraente aos olhos de compradores potenciais. Enxugue o seu quadro de funcionários, se ele não for mais compatível com a fase de ouro que o seu negócio viveu no passado. Faça um esforço para entregar um armazém com as prateleiras razoavelmente abastecidas, para não dar a impressão aos interessados de que estão fazendo compras em uma liquidação. Mas o melhor sintoma de um “ar de normalidade” é, sem dúvida, quando você apresenta a qualquer avaliador um controle financeiro preenchido por um fluxo de caixa mínimo, indicando que apesar das dificuldades, a empresa avaliada não está morta, e que o capital continua girando em suas veias.

Enfim, nunca é demais insistir nesse ponto: se você vai mesmo vender o seu negócio, antecipe essa decisão o máximo que puder, e não deixe de consultar um profissional competente para orientá-lo sobre as muitas maneiras de otimizar a avaliação da sua empresa, e ajudá-lo a “arrumar a casa” antes de começar a receber a visita dos compradores potenciais, com vistas a obter o melhor preço possível.

A contratação de uma Avaliação de Empresa, na prática, só é feita quando há um forte indutor, uma real necessidade. Por isso, os casos mais comuns de contratação de Avaliação de Empresa são pela ordem de efetiva contratação:

  • Empresário que foi abordado por um potencial comprador
  • Entrada e saída de sócios, amigável ou litigiosa
  • Interessado em ter essa informação estratégica na elaboração de planos estratégicos
  • Investidor interessado em comprar cotas ou a totalidade de uma empresa
  • Herdeiros em processo de divisão de espólio

Como pode ser visto, a informação é, de fato, necessária naquele momento. Detalhando cada caso, temos:

Empresário que foi abordado por um potencial comprador

É, de fato, o mais comum. Investidores interessados em comprar uma empresa, normalmente para entrar em um mercado regional, abordam diretamente ou via prepostos os proprietários da empresa e pedem um preço. Diante de uma possibilidade concreta, esses proprietários buscam uma consultoria especializada para saber quanto vale sua empresa e se a venda vale a pena. Essa questão de valer a pena é fundamental. Muitas vezes o dinheiro a ser recebido não é suficiente para gerar uma condição de vida pessoal e financeira melhor.

Entrada e saída de sócios, amigável ou litigiosa

O rearranjo societário, em geral com a saída de um ou mais sócios, é outra motivação bem comum. Participação pequena nas cotas, interesse em tentar algo diferente, falta de retorno desejado, desentendimento com os sócios, são todos motivos para alguém querer vender sua parte, em geral para os demais sócios. E tem também o interesse de um dos sócios em aumentar sua participação para poder dedicar-se mais ao negócio. E essas negociações podem ser amigáveis ou litigiosas. No primeiro caso, a empresa contrata a avaliação. Na segunda, uma das partes.

Interessado em ter essa informação estratégica na elaboração de planos estratégicos

Empresários com visão de futuro, que possuem sempre um plano estratégico em andamento, contratam a avaliação de sua empresa sem estar necessariamente interessado em vender a mesma em um cenário de curto prazo. Saber quanto vale seu ativo e como isso é calculado pode ser muito útil na tomada de decisões estratégicas no dia a dia, na identificação de oportunidades de negócio, no início de tratativas com parceiros. A avaliação mostra ainda a tendência de variação do valor da empresa, sinalizando quando seria a hora ideal de vender.

Investidor interessado em comprar cotas ou a totalidade de uma empresa

Essa é uma variação da primeira opção. Algumas vezes o proprietário da empresa pede que o comprador banque a avaliação. Então é ele quem vai atrás da consultoria. Essa é uma operação mais delicada, ética e operacionalmente, pois trata-se de entrar na empresa de um terceiro. Mas funciona também.

Herdeiros em processo de divisão de espólio

Menos comum, esse caso também ocorre. Os herdeiros, para fazer uma partilha, precisam do valor de uma empresa que consta do espólio. Isso ocorre quando um ou mais dos herdeiros não tem interesse na empresa ou prefere receber outros bens. Mas é preciso que outro herdeiro queira ou aceite ficar com todas ou mais cotas. Pode ser pedida ainda para que a empresa já seja colocada à venda ainda em fase de espólio.

E os que mais cotam, e não compram?

  • Curiosos pela informação estratégica, mas que não concretizam a compra da avaliação por causa do seu custo
  • Empresas em dificuldade ou que o empresário está saturado, mas que também não compram por causa do seu custo

Realmente, a avaliação de uma empresa implica em custos, mas é muito útil saber quanto vale sua empresa. Trocar expectativas, às vezes bem enganosas, por uma informação precisa e justificada pode fazer a diferença em como você enxerga sua empresa e seu futuro.

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